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Somos ouro, prata, bronze e menção honrosa na Olimpíada de Química Paraense

  • Publicado: Terça, 30 de Dezembro de 2025, 16h34
  • Última atualização em Terça, 30 de Dezembro de 2025, 16h34
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O Instituto Federal do Pará (IFPA) têm 14 medalhistas e três menções honrosas na Olimpíada Paraense de Química (OPAQ) 2025. Os estudantes medalhistas são dos campi Ananindeua, Belém e Itaituba. O resultado final foi divulgado no início de dezembro e a premiação está agendada para ocorrer em 8 de janeiro de 2026.

Para o medalhista de ouro do Campus Itaituba, Guilherme Ferreira do Nascimento, 17 anos, do curso Técnico em Informática, a disciplina de química é algo muito interessante. “No início achei complicado, mas aos poucos fui me apegando aos conhecimentos”. Para ele, a prova da OPAQ estava um pouco difícil. “Nunca passou pela minha cabeça participar de algo desse nível”. 

Sobre dicas para quem desejar fazer bonito na OPAQ, Guilherme afirma que não existe uma regra, apenas relata como ele fez. “Acho que foi estudar e me dedicar bastante. E descansar um dia antes da prova para eu não sobrecarregar”.

Para outro medalhista de ouro da OPAQ 2025 do Campus Itaituba, Cristiano Rodrigo Serra de Miranda, a prova foi muito complicada. “Revisei bastante o conteúdo, às vezes sozinho, mas o que mais me ajudou foi ter revisado com os meus amigos”, destaca.

A estudante do curso Técnico em Química, no IFPA Campus Belém, Elisa Cristina Lima Neves, 18 anos, medalhista de prata na OPAQ, afirma que a química está em tudo e seu estudo é uma forma de conhecer o mundo e aprimorar os conhecimentos sobre a área. “Estudar química é entender que o seu significado não é de algo prejudicial ao mundo, e sim entender que tudo o que nos cerca é a própria química”. 

Sobre a OPAQ 2025, Elisa avalia que a prova foi bem elaborada e trouxe propostas importantes. “Abordou assuntos da área da química que promovem a valorização da ciência e do ensino da disciplina no nosso estado”. Durante a prova, ela relata que o mais difícil foi gerenciar o tempo e fazer a interpretação das questões. 

O medalhista de bronze na OPAQ, Kauã Cícero Tavares da Silva dos Santos o estudo de química é apaixonante. “Engloba conhecimentos do mundo microscópico que cativam a todos que os conhecem. Pode ser uma área com inúmeras possibilidades no mercado de trabalho por ser uma das áreas de atuação profissional do futuro”, acredita. Em sua avaliação, o nível de dificuldades das questões da OPAQ foi razoável e exigiu um empenho maior para fazer tudo dentro do prazo.

Outro medalhista de bronze do Campus Belém, Pablo Gustavo de Souza Serra, 19 anos, também do curso Técnico em Química integrado ao ensino médio, a prova abordou conteúdos bem diversificados e relacionados ao dia a dia das pessoas. “O mais difícil dessa prova foi o tempo para fazer as questões, além do nervosismo, pois foi a minha primeira vez fazendo a prova da OPAQ”, relembra.

Pablo Gustavo acredita que o estudo de Química é muito importante para a vida, pois ela nos ajuda a compreender diversos fenômenos que ocorrem na natureza e no nosso cotidiano. “Muitas pessoas enxergam essa disciplina como um “monstro de sete cabeças”, porém, quando damos uma chance à Química, percebemos que essa ciência é linda, interessante e cativante”.

O professor Silber Luan dos Santos Bentes, do IFPA Campus Belém, considera a participação dos estudantes do IFPA nas Olimpíadas de Química uma motivação a mais para a obtenção de conhecimentos e uma oportunidade ampliar a visão sobre a Química, não apenas atrelada à fórmula e contas. “Sei que a questão do tempo desafia os estudantes, e também alguns se sentem inseguros. Então estar à frente nas inscrições e preparação é fundamental para que os alunos participem”.

Para o professor do Campus Ananindeua, Davi Amador, outro coordenador da OPAQ no IFPA, a participação do IFPA na OPAQ vai muito além da competição. “Ela reafirma o compromisso do IF com a formação científica. A OPAQ incentiva o pensamento crítico. E as medalhas mostram que nossos estudantes estão preparados para enfrentar desafios de alto nível”. Ele acrescenta que as medalhas são símbolos do esforço de estudantes, professores e técnicos, de toda a comunidade acadêmica que acredita no poder transformador do conhecimento. “Parabenizamos todos os estudantes do IFPA, pela conquista e exemplo. Que essa vitória inspire muitos outros a trilhar caminhos na ciência e quem sabe na escolha de futuras profissões”. 



Confira a lista de medalhistas do IFPA: 

Modalidade Ensino Médio 1º Ano

Prata

Alexia Cristine Craveiro De Oliveira -  Técnico em Informática - IFPA - Campus Ananindeua 

 

Bronze

Felipe Sousa Carneiro -  Técnico em Informática - IFPA - Campus Ananindeua

 

Modalidade Ensino Médio 2º Ano

Prata

Anna Laura Da Costa Martins - IFPA - Campus Belém

 

Modalidade Ensino Médio 3º Ano

Ouro

Cristiano Rodrigo Serra De Miranda - IFPA - Campus Itaituba

Guilherme Ferreira Do Nascimento - IFPA - Campus Itaituba

 

Prata

Elisa Cristina Lima Neves - IFPA - Campus Belém 

Jamile Sousa Cabral - IFPA - Campus Itaituba

Yago Castro Da Silva - IFPA - Campus Itaituba 

 

Bronze

Gabriel Campos Cajaiba - IFPA - Campus Itaituba 

Kauã Cícero Tavares Da Silva Dos Santos - IFPA - Campus Belém

Luis Fernando Silva Lima - IFPA - Campus Itaituba 

Matheus Campos De Sousa - IFPA - Campus Itaituba 

Pablo Gustavo De Souza Serra - IFPA - Campus Belém

Pablo Vinicius Alves De Souza - IFPA -  Campus Itaituba

 

Menção Honrosa

Eliabe Batista De Almeida Oliveira - IFPA - Campus Itaituba

Ludimila Martins De Mesquita - IFPA - Campus Itaituba

Maria Eduarda Sampaio Cardoso - IFPA -  Campus Itaituba

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